quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Efemérides I

Porque esta é uma data que merece ser recordada.

Neste espaço, no dia 13 de Janeiro de 2006,

NÃO SE PASSOU ABSOLUTAMENTE NADA!


Mas podia,
Kenny.

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Cabo dos Trabalhos

Tive a nota mais alta da turma (juntamente com o meu colega) no projecto de BD2 - 15 valores. lol. A nota mais alta no ano passado foi um 13. Merecíamos um 17 como mínimo. 76 páginas de relatório sem contar com anexos de código PHP!

E provavelmente por burocracias parvas não me deixam usar essa nota em exame ou exame de recurso!

Passei a noite passada em branco a trabalhar num protótipo do meu projecto, falhei! E os meus orientadores para além de compreenderem o esforço ainda incentivam mais, fiquei emocionado!

Peço portanto desculpa se este mês andar meio despassarado e não postar nada.


Gosto de trabalhar sobre pressão,
Kenny.

domingo, 9 de janeiro de 2011

Aniversários

Há uma altura do ano em que fico sempre deprimido, escondo-me em casa e rezo para que não me chateiem porque senão ainda espanco alguém: no meu aniversário.

Acho que nunca gostei de fazer anos, nunca! É uma data que, pelo menos desde os 12 anos, me fica atragantada. Dá-me uma comichão do lado de dentro da nuca e uma agressividade que atinge o auge anual. Isso faz com que nunca tenha tido um jantar de anos, nunca! E ainda bem! Isto de apanhar jardas em altura de entregas finais e frequências nem dá com nada, e ainda para mais quando eu odeio celebrar a data...

Vejamos, desde dia 7 que tenho 27 anos, 27! Eu deixei de contar aos 23, mas parece que são 27! E sabem que mais? A pila não cai aos 27, posso pelo menos atestar isso. Mas de resto não estou a ficar mais inteligente, ou ainda mais bonito, ou mais saudável ou mais sábio! Nada disso! Estou a ficar simplesmente velho.

Não, não, não quero dizer que ache que os 27 são uma má idade e que quem tem mais anos devia estar num lar de terceira idade, nada disso! Mas como eu já tenho joelhos meio destruídos e uma saúde meio manhosa, sinto-me incrivelmente perto dum buraco no chão, if you know what I mean... E nestas alturas então dá-me sempre para pensar na morte.

Daqui. =)

Ora bem, a morte. Se há coisa que é inútil é pensar na única coisa que não conseguimos evitar, pois todos caminhamos para lá, mesmo enquanto estamos a divertir-nos. E para isso é que existe a religião. Quando era pequeno lia muitos livros filosóficos, daqueles que hoje em dia considero inúteis, e num deles li que a religião era um instrumento criado pelo Homem para o Homem, por forma a podermos fazer a nossa vida sem pensar na morte, esperançados num afterlife em que um tribunal acusará as pessoas más, e as mandará para o único sítio disponível onde há sexo. E acredito nisso, não na parte do sexo, ou na parte do Inferno, ou sequer no afterlife, mas sim no facto de nós precisarmos enquanto espécie dessa parte da religião, a parte que nos dá esperança que esta limitada lifespan não é tudo aquilo a que temos direito, porque nos achamos mais do que simples animais.

Eu pessoalmente acredito que depois disto não há nada, mas nós não teremos consciência e nem sequer existiremos, pelo que não custará nada morrer, custa o caminho até lá chegar. E se não for como eu penso que é, se tivermos mais vidas para nascer, viver e morrer... não será estúpido fazermos tudo de novo?!


Claro que há situações que me fazem duvidar de tudo isso, experiências estranhas (everyone got one!), mas mesmo assim... é possível enganar os sentidos né?

Enfim, se existir um afterlife eu devo ir para o Inferno porque o Céu parece muito enfadonho...

A morte é o último inimigo a ser vencido,
Kenny.

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

She & Him - I Put A Spell On You

Enquanto trabalho costumo colocar num monitor secundário uma série qualquer para me ir divertindo, agora ando a ver o Conan 2010 (não é bem uma série, eu sei, mas já vi Roswell, Battlestar Galactica 2003...). No Conan apareceu o que podem ver a seguir:


Atraiu-me logo, procurei no YouTube e há um vídeo ao vivo desta música (baixa qualidade de som), e fiquei espantado, é muito bom! A versão original da música é de Screamin' Jay Hawkins. : )

By the way, o Conan domina!

Team Coco!
Kenny.

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Tronco de Natal - Errata II

Ora bem, depois de ter reparado que afinal no ano passado já me tinham oferecido um Tronco de Natal para demonstrar o seu nome, estive a organizar este mesmo blog e é possível ver que, no Natal de 2007, eu já falava de Troncos de Natal como se não houvesse amanhã.

Portanto parece que é algo que eu já sabia à algum tempo, mas que esqueci por razões inexplicáveis, provavelmente as mesmas que me fazem fazer tantas coisas idiotas ao mesmo tempo e continuar com coragem para me envolver em mais e mais projectos.

Como há inúmeras pesquisas que chegam a este blog procurando por imagens ou fotos de Troncos de Natal aqui vos deixo duas fotografias dos dois últimos Troncos deste Natal. Mas não há receitas, temos pena!

Tronco de Natal comprado no Modelo pela módica quantia de €7.

Este era um excelente Tronco, chocolate e mais chocolate, muito cremoso e com umas coisas de azevinho (acho!) a decorar. Não comestíveis devo acrescentar (sim, foi testado!).

Tronco de Natal que foi prenda da minha madrinha.
Este Tronco de Natal sobreviveu até à passagem de ano porque estava demasiado bom. Estava mesmo muito bom, parecia um desperdício comer sem estar com o estômago completamente cheio. lol. Vinha decorado com uma árvore de Natal (que apesar de ser de plástico foi mordida uma vez) e com uma velinha num arranjo. Foi a melhor prenda de Natal que tive. lol.

Já não haverão mais erratas devido a Troncos de Natal, juro!


Bom 2011,
Kenny.

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

A Crítica.

Odeio críticas sem sentido. Odeio! Não percebo como se pode criticar por criticar, de forma destrutiva e sem qualquer complexo ou noção de ridículo. E digo isto de forma geral, pois aplica-se a tudo na vida. Há filmes que eu adorei que são verdadeiramente odiados pela crítica, há bandas que adoro que nem têm tempo de antena nas rádios e que são bem melhores que... errr... algumas. Anyway! Moving on! (lol)

Já repararam como quase todos os vídeos do YouTube têm piadinhas sobre a quantidade de dislikes que o vídeo tem? Coisas tipo: 67 pessoas têm o monitor virado ao contrário! 67 pessoas são 'inserir nome ofensivo'! 67 pessoas precisam de psicólogo! É suposto comentar as músicas, não os dislikes!

Num grupo de amigos também acontece por vezes um deles querer uma segunda opinião. Seja em relação ao que seja! E há sempre o gajo que corta na coisa mas que não sabe como melhorar essa mesma coisa. Isso é deitar a pessoa abaixo, completamente.

Porque o problema é sempre o mesmo: nós temos a tendência de querer agradar a toda a gente! Toda a gente! Quando há uma opinião menos boa acabamos obcecados com ela e nem ligamos às dezenas, centenas ou milhares de pessoas que gostaram, adoraram e amaram a tal 'coisa'. Eu sou uma pessoa racional e mesmo às vezes não percebo alguns dislikes a trabalhos que faço. Já fiz páginas web para amigos ou como trabalho, e fiz algumas que sinceramente nem consegui assinar o footer com o meu nome real e meti Kenny, porque o desenho da página, na minha opinião, era simplesmente horrível! Eu nessas alturas tento construtivamente encontrar soluções que eu ache atraentes e o cliente goste, o problema é que por vezes o cliente quer exactamente aquilo. lol.

Crítica é uma palavra depreciativa. Já repararam? Sempre que se fala em crítica é logo pressuposto algo mau!

Eu não quero criticar, mas estes tons pastel com este rosa choque não ficam grande coisa com o teu banner verde fluorescente!

Isso é uma crítica, não é destrutiva, porque suponho que é dita com tacto, mas seguramente é uma crítica. Uma crítica é uma avaliação externa, que ou se leva a sério ou não, ou se ouve ou não, mas que geralmente deve ser tomada em conta.

Eu costumo levar as opiniões de quem me lê a sério, quando coloco uma sondagem na barra lateral a perguntar algo eu sou mesmo capaz de alterar a minha própria opinião em relação a algo. Quando mudo a cara a algum blog, ou quando tenho um blog novo, pergunto sempre aos leitores o que acham do desenho, se é feio ou bonito e bla bla bla, e claro que há sempre inconformados! Há sempre quem diga que não por dizer, e nunca vamos ter um argumento com quem vota, pois o voto é anónimo e, muitas vezes, nada imparcial. 

Quem me acompanha sabe que estou a desenvolver um jogo, para o qual já tenho pedaços do mapa, imensos modelos e grandes pedaços de estória (baseados em factos históricos!). O meu grande amigo Albicastelhano já tentou inúmeras vezes levar-me a colocar esses dados no blog, partilhar com o mundo modelos inacabados e mapas que não passam ainda de pontinhos no meio do nada... Imaginem que partilho isso com o mundo e aparecem mais de 2 cromos a cortar! Eu, que ando sem tempo, abandonava logo isto (durante uns meses), que tem para aí já dois anos de desenvolvimento.

Lembrei-me disso devido a isto: um blog - The Bottom Feeder - de um gajo que desenvolve Indie Games (produção 'amadora' de jogos), e que escreveu um artigo engraçado sobre a razão pela qual ele não vagueia pelos fóruns dos seus jogos. lol.

Mas eu adoro críticas construtivas e novas ideias. Odeio a crítica destrutiva sem sentido e quase sempre anónima. O anonimato de resto costuma multiplicar a estupidez do comentário...

Críticas, anyone?
Kenny

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

One out & Three to go

Hoje entreguei o projecto de base de dados 2 que me ocupou grande parte do primeiro semestre, e é com alívio que encaro os próximos dias, durante os quais não farei absolutamente nada que não seja desanuviar. 

Quero divertir-me, sem problemas, sem m*rdas, quero tirar uns dias para mim para descansar o cérebro, que nos anos anteriores tratei tão mal (ainda não fiz directas para fazer trabalhos este ano!). 

Por próximos dias entenda-se hoje e amanhã, que ainda tenho o Projecto I e mais algumas cadeiras para fazer em exame.

Se me livrei de um trabalho porque é que não me sinto feliz?!
Kenny.