quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

A Crítica.

Odeio críticas sem sentido. Odeio! Não percebo como se pode criticar por criticar, de forma destrutiva e sem qualquer complexo ou noção de ridículo. E digo isto de forma geral, pois aplica-se a tudo na vida. Há filmes que eu adorei que são verdadeiramente odiados pela crítica, há bandas que adoro que nem têm tempo de antena nas rádios e que são bem melhores que... errr... algumas. Anyway! Moving on! (lol)

Já repararam como quase todos os vídeos do YouTube têm piadinhas sobre a quantidade de dislikes que o vídeo tem? Coisas tipo: 67 pessoas têm o monitor virado ao contrário! 67 pessoas são 'inserir nome ofensivo'! 67 pessoas precisam de psicólogo! É suposto comentar as músicas, não os dislikes!

Num grupo de amigos também acontece por vezes um deles querer uma segunda opinião. Seja em relação ao que seja! E há sempre o gajo que corta na coisa mas que não sabe como melhorar essa mesma coisa. Isso é deitar a pessoa abaixo, completamente.

Porque o problema é sempre o mesmo: nós temos a tendência de querer agradar a toda a gente! Toda a gente! Quando há uma opinião menos boa acabamos obcecados com ela e nem ligamos às dezenas, centenas ou milhares de pessoas que gostaram, adoraram e amaram a tal 'coisa'. Eu sou uma pessoa racional e mesmo às vezes não percebo alguns dislikes a trabalhos que faço. Já fiz páginas web para amigos ou como trabalho, e fiz algumas que sinceramente nem consegui assinar o footer com o meu nome real e meti Kenny, porque o desenho da página, na minha opinião, era simplesmente horrível! Eu nessas alturas tento construtivamente encontrar soluções que eu ache atraentes e o cliente goste, o problema é que por vezes o cliente quer exactamente aquilo. lol.

Crítica é uma palavra depreciativa. Já repararam? Sempre que se fala em crítica é logo pressuposto algo mau!

Eu não quero criticar, mas estes tons pastel com este rosa choque não ficam grande coisa com o teu banner verde fluorescente!

Isso é uma crítica, não é destrutiva, porque suponho que é dita com tacto, mas seguramente é uma crítica. Uma crítica é uma avaliação externa, que ou se leva a sério ou não, ou se ouve ou não, mas que geralmente deve ser tomada em conta.

Eu costumo levar as opiniões de quem me lê a sério, quando coloco uma sondagem na barra lateral a perguntar algo eu sou mesmo capaz de alterar a minha própria opinião em relação a algo. Quando mudo a cara a algum blog, ou quando tenho um blog novo, pergunto sempre aos leitores o que acham do desenho, se é feio ou bonito e bla bla bla, e claro que há sempre inconformados! Há sempre quem diga que não por dizer, e nunca vamos ter um argumento com quem vota, pois o voto é anónimo e, muitas vezes, nada imparcial. 

Quem me acompanha sabe que estou a desenvolver um jogo, para o qual já tenho pedaços do mapa, imensos modelos e grandes pedaços de estória (baseados em factos históricos!). O meu grande amigo Albicastelhano já tentou inúmeras vezes levar-me a colocar esses dados no blog, partilhar com o mundo modelos inacabados e mapas que não passam ainda de pontinhos no meio do nada... Imaginem que partilho isso com o mundo e aparecem mais de 2 cromos a cortar! Eu, que ando sem tempo, abandonava logo isto (durante uns meses), que tem para aí já dois anos de desenvolvimento.

Lembrei-me disso devido a isto: um blog - The Bottom Feeder - de um gajo que desenvolve Indie Games (produção 'amadora' de jogos), e que escreveu um artigo engraçado sobre a razão pela qual ele não vagueia pelos fóruns dos seus jogos. lol.

Mas eu adoro críticas construtivas e novas ideias. Odeio a crítica destrutiva sem sentido e quase sempre anónima. O anonimato de resto costuma multiplicar a estupidez do comentário...

Críticas, anyone?
Kenny

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

One out & Three to go

Hoje entreguei o projecto de base de dados 2 que me ocupou grande parte do primeiro semestre, e é com alívio que encaro os próximos dias, durante os quais não farei absolutamente nada que não seja desanuviar. 

Quero divertir-me, sem problemas, sem m*rdas, quero tirar uns dias para mim para descansar o cérebro, que nos anos anteriores tratei tão mal (ainda não fiz directas para fazer trabalhos este ano!). 

Por próximos dias entenda-se hoje e amanhã, que ainda tenho o Projecto I e mais algumas cadeiras para fazer em exame.

Se me livrei de um trabalho porque é que não me sinto feliz?!
Kenny.

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Avril Lavigne - What The Hell

E a Avril voltou este ano, com a apresentação do single What The Hell do novo álbum Goodbye Lullaby, que sairá dia 8 de Março. E eu ainda curto a Avril. Parece que esta é a música mais pop do novo álbum.



Espero que sim!

E só tenho postado músicas porque não há tempo para muito mais. :(

Em pulgas,
Kenny.

domingo, 2 de janeiro de 2011

Clint Mansell - Lux Aeterna.



Esta é a música que a minha mãe ouve quando me vê a aproximar da cozinha.

É parte da banda sonora de um dos maiores dramas que já vi, 'Requiem for a Dream'.

EPIC!
Kenny.

sábado, 1 de janeiro de 2011

Coisas de Ano Novo

Cada vez que o ano termina as pessoas tendem a criar novas expectativas para o novo ano. 'Agora é que é', 'Este ano é que o Sporting dura até ao Natal', 'Vou finalmente fazer não-sei-o-quê', 'É este ano que termino algo', tudo isto são frases ouvidas, porque 'este ano é que é!'. 

Na verdade um ano novo começa porque o calendário assim o diz, não há razão alguma para que esta seja uma data especial. É o primeiro dia do ano, mas não é o primeiro dia do ano fiscal, ou o primeiro dia da época desportiva, ou o primeiro dia segundo outros calendários (chinês, por exemplo, começa em Fevereiro). O calendário foi feito por nós, de forma a contar as voltas que a Terra já deu ao Sol, para podermos contabilizar a história da nossa civilização. E o calendário já foi revisto inúmeras vezes! Então porque é que celebramos o novo ano com tanta felicidade? 

A ideia geralmente é porque deixamos outro ano para trás, um ano que nunca corre suficientemente bem e que queremos ver pelas costas, criando desde logo expectativas - quase sempre inatingíveis - para o ano que vai começar, esperando fazer aquilo que nunca temos tempo ou paciência para fazer. Esperando que a sorte mude, que os nossos bolsos se encham de dinheiro enquanto vemos televisão e que a saúde à qual não ligamos se revigore de forma mágica. Not going to happen! :)

O problema deste tipo de expectativas parte logo da premissa 'deixar o ano para trás'. Há sempre algo que fica doutros anos, não é por terminar o ano, que podemos ter um novo começo. O trabalho ou escola ainda lá vão estar, tal como no ano passado, as pessoas que conhecemos ainda lá estarão, e os projectos em que estamos envolvidos também esperam por nós, pela nossa dedicação e energia. E família? A família está sempre connosco, acho que aí nada muda nunca, esperamos nós! 

Há alturas no ano em que eu me posso dar ao luxo de recomeçar de novo, de partir quase do zero e refazer várias vertentes da minha vida. Tudo tem o seu tempo, mas não é certamente no ano novo. O ano novo é altura de análise e reflexão, sim, mas não de refazer o que quer que seja. E isto não quer dizer que não tenha objectivos para o ano novo, claro que tenho, mas eram objectivos que já trazia comigo anteriormente. Não é assim que devia ser? No novo ano parece que toda a gente quer reconstruir uma vida nos dias seguintes! Uma vida constrói-se dia-a-dia, com dedicação, esforço e trabalho (e como somos portugueses muita improvisação!).

My Naked Guitar, with two... errr... missing strings! =x
Eu nos próximos dias vou comprar cordas para a minha guitarra, já o devia ter feito na semana passada, mas não tive tempo. E não tenho mais nada de importante a alterar ou fazer de diferente, só quero continuar na mesma linha, construindo assim uma vida.

Happy new year,
Kenny.

sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

2011

 Aproveito que não devo ter tempo para mais, para deixar aqui o desejo de um excelente 2011 para todos os que me lêem. Desejo para vocês o dobro do que desejo para mim. Que os vossos planos se concretizem, a vossa saúde seja forte, as vossas finanças não emagreçam, a vossa sorte seja benigna e que a vossa felicidade não se entristeça. 

Feliz 2011 a todos,
Kenny.

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Freddie Mercury - The Great Pretender



Este homem era um verdadeiro show!!! 

Freddie Mercury didn't die of AIDs..., pure epic power simply devoured his body,
Kenny.