segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Strella do Dia

Por ocasião dos 10 anos do grupo Strella do Dia, em que eles foram até à Catalunha mostrar a sua música neo-medieval, faço-lhes aqui a minha homenagem.

São um grupo que pode não ser muito conhecido, mas têm boa música e contam-me que os espectáculos deles são muitos vivos, cheios de energia!

Deixo aqui a página web deles, onde se podem escutar algumas músicas da sua discografia e aprender mais sobre eles. : )


Noutro ponto, o meu irmão - conhecido virtualmente como DarkAngel (daí a imagem) - faz anos hoje. Não podia deixar de lhe prestar homenagem! : )

Agradeço-te o estares cá sempre para o que precisei,
Agradeço-te por teres passado o que passaste para eu ser uma pessoa o mais normal possível,
Agradeço-te não me teres malhado quando eu era pequeno e até tinhas razões para isso,
Agradeço-te o coração de ouro que tens, que faz com que te manipulem, mas que te torna uma pessoa bem melhor do que as que te rodeiam,
Agradeço-te por seres um melhor irmão mais velho do que aquilo que eu poderia esperar de um irmão mais velho.

Que Deus te proteja dos teus amigos, dos teus inimigos trato eu, quando necessário! (Isto é uma adulteração de um provérbio muçulmano). : >

No electrons were harmed in the creation, transmission or reading of this post. However, many were excited and some may well have enjoyed the experience.
Kenny.


A Duna -> Arrakis!

Venho agora de uma jantarada na casa de um amigo de infância.

Quando os pais não estão, os filhos é que dominam a casa! =)

Estou um bocado trocado portanto podem haver aqui frases sem muito sentido. :p

Mas enfim, andava à procura da tradução em português de Portugal da Litania Contra o Medo de Frank Herbert e encontrei isto. Muito fixe! =]

Principalmente esta:
"A inteligência me persegue, mas eu sou mais rápido."

E a seguinte nessa lista também é muito boa. : )

Errrr.... moving on!

Comprei à uma semana e pico, num acesso shop-a-holic, algumas centenas de €uros em tralhas. Uma dessas tralhas foi o livro Duna, de Frank Herbert, traduzido por primeira vez para português de Portugal. Isso seria algo de louvar - quer dizer... continua a ser - mas seria muito mais louvável se o livro não fosse uma referência dos livros de ficção científica de 1965!!! É um universo ao qual o George Lucas foi buscar inúmeras ideias para o seu Star Wars. Ele próprio disse isso numa entrevista dada aquando da morte do Frank Herbert.

Este universo é para mim algo de brutal, extraordinário, preciosista, medieval, rústico, moderno, insidioso, realista, equilibrado, temível, poderoso, espacial, especial, cínico, bondoso, honroso, orgulhoso, grande, minúsculo, biológico, ecológico, nuclear...

E podia continuar com adjectivos, muitos deles contraditórios (foi propositado pah!), mas que se adecuam perfeitamente!

É um universo lindo, com uma personagem com a qual me sinto mais ou menos identificado - Muad'Dib - e com pérolas de sabedoria enfiadas lá pelo meio, quase imperceptíveis, situações do dia-a-dia que são tratadas com uma reverência extrema pelo Frank Herbert. Frank, onde quer que estejas, granda génio pah! =)

Aqui fica a Litania contra o Medo no belo do português de Portugal do tradutor Jorge Candeias:

Não devo ter medo. O medo é o destruidor da mente. O medo é a pequena morte que traz a obliteração completa. Enfrentarei o meu medo. Permitirei que ele passe por mim e através de mim. E quando terminar de passar, virarei o olho interno para ver o seu caminho. Por onde o medo passar, nada haverá. Só eu permanecerei.

Direi que é a melhor tradução que já vi disto (por isso andava à procura de outras) mas não há nada melhor que ler esta Litania na sua língua original (that I know by heart).

I must not fear,
Kenny.

sábado, 4 de setembro de 2010

Passeatas Nocturnas.


Esta Sexta-feira foi um dia daqueles. lol.

Não me divertia tanto à muito tempo!

Fun, Fun, Fun!
Kenny

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Quinta-feira à noite!

Ando meio ocupado com o Projecto I. Não consigo concentrar-me muito nisto, e sinceramente não estou à espera de conseguir entregar isto bem feito, mas pronto, faz-se o que se pode com o que se tem.

E enquanto trabalhava arduamente no Projecto I, fazendo análises matemáticas que me permitam descobrir onde raio estão os olhos das pessoas através dos contrastes, encontrei isto.

Vale claramente a pena ler.


Ler enquanto se ouve um belo de um album de 2004 chamado Under My Skin da Avril. Todas e cada uma das músicas nos dizem algo com o qual nos podemos identificar. É absolutamente fantástico!

Out of the Hole,
Kenny.

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Away? Maybe not!

Bem, como parece que há _mesmo_ pessoas que lêem isto (get a life!), vou-me reintegrar na societé blogger. lol.

Tenho o Projecto I para entregar dia 12 de Setembro. Antes disso tenho outro grande objectivo pelo qual vou lutar com unhas e dentes. Portanto o tempo para aqui escrever é reduzido... : /

Hoje é um dia incrivelmente especial para mim, nem sei como o descrever meritoriamente. Mas deixo-vos com uma música romântica, daquelas que marcam. Porque é um dia que marca! : )

Seal - Kiss From a Rose



Porque às vezes até as boas pessoas cometem erros...

I'm sorry,
Kenny.

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

The Rapture.

The Rapture é a ascensão bíblica das pessoas 'boas' para o céu, imediatamente antes do Apocalipse descrito por João - Livro da Revelação ou algo do estilo - e que precede a segunda vinda de Cristo para lutar contra o anti-Cristo (probably me, now that I think about it), numa guerra que durará 7 anos e que provavelmente também terá nos poços de petróleo o principal interesse. xD

Isto serve para explicar o título. : )

Na verdade neste post despeço-me da blogosfera, pois perdi a vontade que tinha de fazer coisas fixes, perdi os objectivos que tinha, perdi ambição, coragem e parte importante de mim.

Não consigo enfrentar o mundo e por isso despeço-me da forma mais fácil de comunicação que tenho, e que menos me faz estragos, pois aqui só respondem se eu deixar. lol.

Esperando não vos ver por aí,
Kenny.

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Metallica - The Unforgiven II




Lyrics
:
Lay beside me, tell me what they've done
Speak the words I want to hear, to make my demons run
The door is locked now, but it's open if you're true
If you can understand the me, than I can understand the you.

Lay beside me, under wicked sky
Through black of day, dark of night, we share this pair of lives
The door cracks open, but there's no sun shining through
Black heart scarring darker still, but there's no sun shining through
No, there's no sun shining through
No, there's no sun shining

What I've felt, what I've known
Turn the pages, turn the stone
Behind the door, should I open it for you?

What I've felt, what I've known
Sick and tired, I stand alone
Could you be there?, 'cause I'm the one who waits for you
Or are you unforgiven too?

Come lay beside me, this won't hurt I swear
She loves me not, she loves me still, but she'll never love again
She lay beside me, but she'll be there when I'm gone
Black heart scarring darker still, yes she'll be there when I'm gone
Yes, she'll be there when I'm gone
Dead sure she'll be there!

What I've felt, what I've known
Turn the pages, turn the stone
Behind the door, should I open it for you?

What I've felt, what I've known
Sick and tired, I stand alone
Could you be there?, 'cause I'm the one who waits for you
Or are you unforgiven too?

(Solo)

Lay beside me, tell me what I've done
The door is closed, so are your eyes
But now I see the sun, now I see the sun
Yes now I see it!

What I've felt, what I've known
Turn the pages, turn the stone
Behind the door, should I open it for you?

What I've felt, what I've known
So sick and tired, I stand alone
Could you be there?, 'cause I'm the one who waits,
The one who waits for you

Oh what I've felt, what I've known
Turn the pages, turn the stone
Behind the door, should I open it for you?
(So I dub thee unforgiven)

Oh, what I've felt
Oh, what I've known!

I take this key (never free)
And I bury it (never me) in you
Because you're unforgiven too

Never free
Never me
'Cause you're unforgiven too!

No, we're forgiven,
Kenny.